Quem Mexeu no Meu iPod?






29.4.08

Julianne Moore como Pequena Sereia

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De mais uma rodada das fotos da serie "Where Another World is Just a Wish Away" de Annie Leibovitz baseado nos desenhos da Disney.
Making of da sessao de fotos abaixo, em high-resolution aqui.



Para Guto

Scarlett Johansson - Falling Down (Tom Waits cover) Video

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Um dia na vida de Scarlett Johansson em "Falling Down" do álbum Anywhere I Lay My Head, com Bowie fazendo o backing vocal.



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"Blindness - Ensaio Sobre a Cegueira", do brasileiro Fernando Meirelles, será o filme de abertura do 61º Festival de Cannes, que se realiza de 14 a 25 de maio.
No elenco Mark Ruffallo, Julianne Moore, Danny Glover e Alice Braga.
O filme estréia em setembro.

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E Coldplay disponibilizou uma música de seu novo álbum Viva La Vida (possivelmente o álbum mais xoxado do ano ?) - que foi inspirado em Frida Kahlo.Para baixar "Violent Hill", basta ir ao site oficial da banda.

Adele - Could Shoulder

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Alguns dizem que ela é só uma fat Amy, mas não.
Ela é comportada e talentosa e seu primeiro álbum é incrível!

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E uma nova música de Cansei de Ser Sexy, do novo álbum Donkey:
CSS :: “Rat Is Dead (Rage)”

Meio Santogold néam ?

28.4.08

The Enchantress of Florence

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Rushdie volta ao realismo mágico que consagrou sua literatura

O escritor britânico Salman Rushdie é conhecido sobretudo por "Os Versos Satânicos", de 1988, que provocou a ira de muçulmanos e o obrigou a viver na clandestinidade, depois de o então líder religioso supremo do Irã lançar uma nota edital condenando-o à morte. Um dos livros mais interessantes que já li na vida!

"The Enchantress of Florence", seu décimo romance, é uma história que se passa nos séculos 15 e 16, sobre intrigas de cortes na Florença e em Fatehpur Sikri, capital do império mogol. A nova obra marca o retorno ao realismo mágico que é a marca registrada de Rushdie. (O livro é presente do Shiller que acabou de traduzir - ainda não lançado no Brasil). O livro é um conto sobre duas cidades criado por Rushdie gira em torno de personagens verídicos, como o grande imperador mogol Akbar e o filósofo italiano Nicolau Maquiavel, além da misteriosa beldade Qara Koz, que encanta os homens que a vêem.(Para quem gostou de "Quando Nietzsche Chorou" esse aqui é um desafio e tanto).

Segundo Shiiler intenção original do autor de 60 anos era ambientar a história inteiramente na Europa, mas ele acabou por dividir a narrativa entre duas grandes civilizações que mal sabiam da existência uma da outra. "Acabei escrevendo um livro que eu não pensara em escrever", disse Rushdie. "Eu pensara em escrever um livro sobre as diferenças, mas me descobri escrevendo um sobre as semelhanças."

Publicado pela Random House, o livro dividiu a crítica. O The Guardian o considerou "magnífico", enquanto o Sunday Times disse que é "a pior coisa que Rushdie já escreveu". Em "Enchantress", Akbar exemplifica a tolerância religiosa e social e é defensor da liberdade de pensamento e expressão, uma postura criticada por muitos na época. É uma questão e tanto para os dias atuais, onde vivemos em busca de uma democracia desesperada, implantando um pensamento politicamente correto e demasiadamente conservador ao mesmo tempo. E, apesar do exemplo de Akbar e da crença de Rushdie na idéia de que a natureza humana é universal, o autor é pessimista em relação ao futuro. (Nós aqui do I-pod também somos)

"Mesmo hoje, olhando para como todos estamos nos comportando, percebe-se que não somos tão diferentes assim. O problema é que nos vemos como o outro do outro, quando, na realidade, somos a imagem espelhada do outro." Filosofa o autor. Isso reafirma minha tese de que a onda de pessoas saindo do Brasil, a fim de uma carga "cultural" é fruto de um desejo de consumo, de um grupo seleto da classe média baixa que aspira um conhecimento burguês no continente velho ou na América puritana!

"Há uma ruptura profunda em nossa capacidade de descrever o mundo do mesmo modo. Quando isso acontece, torna-se muito difícil concordar em relação a qualquer outra coisa." Ou seja, que tal a gente colocar um espelho na frente do monitor e refletir mais sobre quem somos e o quão pouco sabemos! E lembrar que Ticket de viagem não vai salvar ninguém da mediocridade.

Dica: Leia esse livro ao som de Matmos e Sweet Coffee!

Santogold - L.E.S. Artistes Video

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On repeat total !!

Fujiya & Miyagi no Motomix e BSS no Indie Rock

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Foi confirmado para o dia 28 de junho no Motomix a apresentação de Fujiya & Miyagi !!
Melhor de tudo: shows no Ibirapuera gratuitos!!!



E também foi confirmada a presença da imensa banda canadense Broken Social Scene para o Festival Indie Rock em agosto!

bjomesubdesenvolva VII

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They tried to make me go to prison but I said 'no, no, no'



Amy (brasileiríssima: crack, detida em aeroporto...) foi presa por agressão no último dia 25 (sexta).A cantora alegou que deu uma cabeçada num homem na polícia e ficou detida até a manhã de sábado e recebeu apenas uma advertência formal que foi anexada a seus antecedentes criminais.
Amy teve direito a um telefonema que publicaremos aqui em breve!

Coachella 2008 Videos

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Prince - Creep (Radiohead Cover)


Santogold - Creator


Portishead - The Rip


Hot Chip - Ready For The Floor


MGMT - Time To Pretend

Mais vídeos no decorrer da semana!

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ERRATA:
Publicamos que o vídeo de Beauty Mark de Charlotte Gainsburg era o primeiro video para o álbum 5:55, mas na verdade já tinha alguns clips, como 5:55, The Songs That We Sing e The Operation.Obrigado pela correção ;)

23.4.08

Dan Deacon - Okie Dokie Video

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(Via P4k.tv)

Charlotte Gainsbourg - Beauty Mark Video

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O álbum 5:55 é de 2007, mas o primeiro clipe saiu essa semana.
Dirigido por Jean Baptiste Mondino que já dirigiu Madonna em Hollywood, Human Nature e outros; e Björk em Violently Happy.

Portishead in Portishead

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A banda britânica visita sua cidade natal e inspiradora. Imperdível!


Machine Gun

Mais em: http://current.com/items/88899146_portishead_in_portishead

E mais: A Current TV postou online uma apresentação do Portishead com sete faixas de seu novo álbum, Third.


22.4.08

Novos Leaks ao Lado

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Colocamos a disposição os seguintes álbuns:

Air - Moon Safari Special Edition (em breve, review)
Goldfrapp - Happiness Single (com um remix incrível de Yeasayer)
Santogold - Self Titled (o black music do amanhã, hoje!)
Madonna - Hard Candy (o álbum mais aguardado e mais polêmico do ano, em breve, review!)
E de brinde aqui:

Judy & Mary - Pop Life (parte 1 - parte 2)
Álbum de 1998 da dupla japonesa que se separaram =(
Ideal para começar essa semana que é mais curta ;)


judy and mary - hello orange sunshine

Expose Yourself

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Hanna Montana mostrando o sutiã cai na rede.





Não adianta nada doar mil dólares por semana para a igreja queridinha,
guarde seu dinheiro para comprar urina limpa para seus futuros testes!
Prevemos grandes acontecimentos e muitas emoções para essa mocinha !
Acooorda Dakota !!!!

The Gossip, White Denim & Shinichi Osawa videos

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The Gossip - Are You That Somebody (do DVD Live in Liverpool)


White Denim - Look That Way At It music video MPC
Colocado por ModernPlowCollective


Shinichi Osawa - Star Guitar

18.4.08

Ao contrário

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Gnarls Barkley disponibilizou aqui seu LP.
Mas é em reverso.
O mp3 de 38 minutos (!!!) é legal sim, mas não dá vontade de ouvir sempre como The Odd Couple, seu novo álbum.

Not related, já ouvimos Four Minutes na C&A...

17.4.08

Jamie Lidell - Jim

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O nome dele é Jamie Lidell e já está na estrada desde 1997, mas nós aqui do iPod ainda não o conhecíamos. Seu mais recente trabalho intitulado apenas de “Jim” é o resultado de uma fusão absolutamente entre o Soul, Funk e algum Folk.
Ouvindo seus trabalhos anteriores deu pra sacar que o cara partia para um lado mais experimental, o que talvez fez com que ele ficasse menos conhecido. Mas em seu novo trabalho onde ele soa meio Marvin Gaye sem perder sua própria inventividade, agradando assim os puristas e talvez conquistando um público ainda maior.
Ao ouvir com calma seu trabalho você percebe de onde sai boa parte do charme de Feist com quem ele já colaborou.




O clipe para Litlle bit of feel good é super divertido e nonsense.

Música para se ouvir domingo de manhã, ajuda você a sorrir!

Nota:

Baixe aqui !
Senha: no-datta.blogspot.com

Rapidinhas + Lykke Li - I'm Good I'm Gone Video

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Madonna em show online

A cantora Madonna vai fazer um show para poucos no Roseland Ballroom de Nova York no dia 30 de abril, um dia depois do lançamento de seu novo álbum, Hard Candy.
A boa notícia para os que não estão entre os "poucos" é que o show será transmitido online pelo MSN Music in Concert no dia 15 de maio.

Música de Bob Dylan inspira livro infantil

A música "Forever Young", de 1974, do cantor e compositor Bob Dylan, virou livro infantil ilustrado pelo premiado artista Paul Rogers.
Dirigido a crianças de 3 anos ou mais, Forever Young é "uma história comovente sobre a importância de fazer o bem", de acordo com um press release da editora, a Simon & Schuster. O livrinho de 40 páginas sai no dia 6 de outubro no Reino Unido.

Best of Radiohead com DVD

O antigo selo do Radiohead, Parlophone, anunciou o lançamento de um DVD para acompanhar o best of da banda britânica. O disquinho vem com nove vídeos inéditos, além de uma versão ao vivo de "2+2=5" no festival de Belfort e duas versões de "High and Dry", faixa de The Bends, trabalho de 1995 da banda de Thom Yorke.
Radiohead: The Best Of, a primeira coletânea de sucessos da banda, sai em 2 de junho e traz 29 faixas em dois CDs, cobrindo desde o primeiro, Pablo Honey (1993), até o penúltimo, Hail to the Thief (2003). O DVD será lançado no mesmo dia. Confira as faixas:

"Creep"
"Anyone Can Play Guitar"
"Pop Is Dead"
"Stop Whispering"
"My Iron Lung"
"High and Dry" (versão Reino Unido)
"High and Dry" (versão Estados Unidos)
"Fake Plastic Trees"
"Just"
"Street Spirit (Fade Out)"
"Paranoid Android"
"Karma Police"
"No Surprises"
"Pyramid Song"
"Knives Out"
"I Might Be Wrong"
"Push Pulk"/"Spinning Plates"
"There There"
"Go to Sleep"
"Sit Down Stand Up"
"2+2=5" (ao vivo no Belfort Festival)
Fonte: Omelete

Lykke Li - I'm Good I'm Gone Video

16.4.08

Set List Abr08 - Wainting

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O set começa com o som experimental de Quiet Village com Free Rider, faixa do seu primeiro álbum Silent Movie (em breve, na íntegra aqui).
Outro destaque é The Breeders, banda indie muito animada assim como Mixel Pixel; o electro rock de Does It Offend You, Yeah ?; o eletronico ótimo de Danger com seu single 11h30;o pop debochado de Leslie Hall.
De bonus tem It's Oh So Quiet da Bjork na voz da magnífica Bell, no álbum cover Enjoyed, já comentado aqui.



SetlistAbr08 - Tracklist
Baixe aqui - 96 MB

01 - Quiet Village - Free Rider
02 - Sweet Coffee - Zanna
03 - Mixel Pixel - Sinking Feeling
04 - Hanne Hukkelberg - A Cheater's Armoury
05 - The Little Ones - Cha Cha Cha
06 - The Breeders - Bang On
07 - Sisters - Gonna Heal Everyone
08 - Midnight Movies - Should Have Known
09 - The Nastys - Taste Back
10 - Does it Offend You, Yeah ? - We Are Rockstars
11 - Otic Angst - Need That Love
12 - The Young Punx - Fire
13 - Nik 7 - In Stitches
14 - Surkin - Next of Kin
15 - Danger - 11h30
16 - Leslie Hall - How We Go Out
Bonustrack - Bell - It's Oh So Quiet (Björk cover)
Retrotrack - John Fred & The Playboys - Judy in Disguise



Imagens {1,2,3,4,5,6,7,8 }

Animal Collective - Water Curses Video

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tá bom!

Caixa de Tesouros do Jodorowsky

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Saiu recentemente uma caixa de dvds contendo os melhores filmes de Alejandro Jodorowsky, ele é diretor de cinema, roteirista, escritor de HQs, nos últimos anos começou a estudar psicologia e vem dando palestras mundo a fora, co-relacionando arte e psicologia.

Realizou filmes muito interessantes, foi amigo de gente como John Lennon, que ajudou a distribuir um de seus filmes (El Topo).

LA CRAVATE
(La Cravate, FRA, 1957, Cor, 20')
De: Alejandro Jodorowsky
Com: Denise Brossot, Rolande Polya, Alejandro Jodorowsky, Saul Gilbert



Em 1957, Jodorowsky fez suas primeiras experiências no mundo das imagens em movimento, filmando em Paris uma versão muda de um conto de Thomas Mann, sobre uma garota que vende cabeças. O filme, considerado perdido, foi encontrado na Alemanha. "Não tinha experiência nenhuma quando filme La Cravate", disse Jodorowsky, "... mas, nele se pode apreciar que eu já era diretor. Um artista precisa ser como Jean Cocteau... esquizofrênico. Necessita ser muitas pessoas ao mesmo tempo, não apenas uma".

FANDO E LIS
(Fando y Lis, MEX, 1968, P&B, 96')
De: Alejandro Jodorowsky
Com: Sergio Kleiner, Diana Mariscal, Maria Teresa Rivas, Tamara Garina



As suas obras-primas começaram por Fando & Lis, um conto bizarro que enfoca: a inocência corrompida, amor sadomasoquista e o paraíso inalcançável. Baseado em suas memórias a partir da peça surrealista do escritor Fernando Arrabal, este filme exótico, conta a história de um jovem casal em busca da cidade encantada de Tar, onde se encontra o êxtase espiritual. Fando é impotente e Lis é paralítica.

EL TOPO
(El Topo, MEX, 1970, Cor, 125')
De:Alejandro Jodorowsky
Com: Alejandro Jodorowsky, Brontis Jodorowsky, Jose Legarreta, Alfonso Arau



Envolto numa roupagem alegórica e repleto de simbolismos cifrados, o filme narra as andanças de um pistoleiro místico (El Topo), o próprio Jodo, através do deserto, numa epopéia surrealista na qual, ele se supera em duelos, e ser a pistola mais rápida do Oeste. Um encontro cósmico influenciado pelas "obras pânicas", este filme foi o tiro de saída do circuito alternativo das Sessões Malditas, propulsado pelo distribuidor Bem Barenholtz, que descobriu o filme graças a John Lennon. El Topo é um semi-spaghetti western místico, surrealista e surpreendentemente violento, quase splatter (com o inventivo uso de melancia na maquiagem gore!).

A MONTANHA SAGRADA (1973)
(The Holy Mountain, MEX, 1973, Cor, 114')
De: Alejandro Jodorowsky
Com: Alejandro Jodorowsky, Horacio Salinas, Zamira Saunders, Juan Ferrara, Adriana Page

Áudio: Dolby Digital 5.1 (Inglês)
Legendas: Português, Inglês, Francês e Castellano
Formato de tela: Enchanced for 16x9 (2.35:1)

Jodorowsky interpreta o papel do "alquimista", que reúne um grupo de pessoas que representam os planetas do Sistema Solar. Sua intenção é submeter o grupo a uma série de ritos de natureza mística para que se desprendam da bagagem "mundana", antes de embarcar numa viagem em direção à misteriosa Ilha de Loto. Uma vez na ínsula, iniciam a ascensão à Montanha Sagrada, para substituir os Deuses imortais que em segredo dominam o mundo. Ninguém havia visto nada igual até a data de lançamento deste filme. Foi a grande obra ovacionada no Festival de Cannes em 1973.


Eu quero a minha caixa!

15.4.08

Glass Candy, Chromeo e Clap Your Hands no Motomix

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Segundo o Rraurl:

"Marque na agenda, o Motomix deve ser o evento que abrirá a temporada 2008 de festivais no Brasil. A informação que tivemos é que o festival ocorrerá num dia só, 28 de junho (sábado), no Parque do Ibirapuera, numa série de shows seguidos.

Dos primeiros nomes apurados, a dupla americana de dark disco Glass Candy, o grupo de indierock Clap Your Hands Say Yeah e os canadenses de funky pop do Chromeo.

As informações são extra-oficiais e alterações podem ocorrer. Novos nomes do cenário rocker e eletrônico devem ser anunciados em breve, assim como a estrutura dessa quarta edição do Motomix."

14.4.08

Cut Copy - In Ghost Colours

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Cut Copy volta com um brilhante (no sentido iluminado) álbum. Eles chegam assombrando com seus “fantasmas em cores”. É um tipo de álbum que habita vários tempos musicais seja num passado remoto onde a música eletrônica ainda era primitiva, quando ao mesmo tempo parece passear por um futuro não muito distante, mas ainda sim futuro. Teve momentos em que parecia em que estávamos em 1900 e alguma coisa ouvindo aquele Bolachão branco com a mancha azul do New Order.
O corte em sonoridades pops, com esse retro eletrônico que caso se materializa-se em imagens seriam néons inquietos com um fundo esbranquiçado. Não deixe de ouvir In Ghost Colours.
Dica: Música para ouvir no carro em dias de engarrafamentos, principalmente se for fim de tarde com chuva!


Cut Copy - Lights and Music

Nota:

Baixe aqui ou aqui

Nostradamus é Brasuca

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Sim, é o meu amigo Rike, que já cantava em 2005 que o futuro ia ser anos 90. Desde então, eu inseri Nirvana (dica dele) nos meus sets. Bom, num dias desses eu falei, que esse lance de anos 90 não ia dar certo. Afinal, Nirvana é até legal, mas e os outros grunges chatos? E o Guns 'n' Roses? Imagina quando tudo isso for revisitado?

Agora é o Stone Temple Pilots avisa que esta voltando. Eu gostava dessa banda, mas com certeza essa volta não vai dar caldo. Velvet Revolver já não é chato o suficiente? http://www.stonetemplepilots.com/index.php?module=home
Segue o site da banda, com as novidades!


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Segundo a Folha:
"Andrew Butler, o cérebro do Hercules and Love Affair, faz DJ set no Brasil nesta semana. Na sexta-feira (dia 18/ 4), ele toca no Rio, no clube 69 (r. Farme de Amoedo, 50, Ipanema, tel. 0/xx/21/3813-5751); no sábado, em São Paulo, no Vegas (r. Augusta, 765, Consolação, tel. 0/ xx/11/3231-3705; a partir das 23h30; R$ 40). O que ele toca como DJ? 'Muitas faixas clássicas de disco, dos anos 1970, além de canções modernas que encarnam aquele espírito.'"

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Capa de Velocifero, de Ladytron ;)

9.4.08

Cromeo - Fancy Footwork Video

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Depois dos vinte e poucos anos de Thriller, um clipe original com toque de Tim Burton!
Onde dá epidemia de zoombies vem a dança:


Muito bem dirigido pelo pessoal da Zune Arts

Falando em zoombies, já viram o trailer do novo filme do Romero ?
Parece melhor que Cloverfield!

Vergonha Alheia III

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Capa do álbum The Carter III, de Lil Wayne.
Mais bizarro que o bebê de duas cabeças.

lil wayne - sportscenter

Beeeeeeeeeeeeeeeeeem diferente da capa da nova "esperança" do britpop, James


James - Hey Ma

Lucy Love - No V.I.P. Video

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Trilha pancadão para o bjomevipa !



http://www.myspace.com/lucylovemc
A gata toffe é de Copenhagen e esse é seu primeiro single.
Destaque para o encaixotamento de Christina Aguilera, Beyonce e Britney ;)

Rapidinhas

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Retrospectiva do Cinema 2007 no Cinesesc
O filmes premiados foram Jogo de Cena (jurí) e Tropa de Elite e A Vida dos Outros (público).Programação aqui.

Fernando Meirelles leva ‘Hamlet’ à Globo
O cineasta Fernando Meirelles vai realizar para a Globo uma série sobre os bastidores da montagem de uma peça de William Shakespeare. Com o título de "Som e Fúria", o seriado terá seis episódios gravados entre julho e agosto. Deverá ir ao ar no final deste ano.
fonte: Outro Canal

Transmissão matutina de "Os Simpsons" é suspensa na Venezuela
O gerente da emissora definiu "Os Simpsons" como uma série que satiriza a sociedade norte-americana, com uma família "um pouco fora do comum" e que "sempre consegue resolver seus problemas". Ele afirmou também que, mesmo quando o desenho aborda situações de violência, o faz "como uma ironia da própria violência".
fonte: Folha

Bob Dylan ganha Pulitzer
Mais um marco para a história do rock: Bob Dylan ganhou um Pulitzer, importante prêmio do jornalismo dos EUA, no dia 7. Esta é a primeira vez que um roqueiro é escolhido, apesar de já existir uma categoria para a música desde 1943.
O prêmio honorário que Dylan ganhou diz respeito à contribuição do compositor à música popular e ao impacto de sua obra na cultura dos Estados Unidos. De acordo com os responsáveis pela eleição de Dylan, suas músicas têm uma força poética extraordinária. O último álbum de inéditas do cantor que passou recentemente pelo Brasil é Modern Times, de 2006.
fonte: Omelete

Não é só a Madonna que esta com pressa!
Parece que boa parte das músicas pops de 2008, versam sobre "urgência".

September - Until I die
Estamos correndo do que?

8.4.08

Top 5 - Crianças em Risco

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O assassinato da menina Isabella nos fizeram esquecer da corrupção, da violência, da dengue, o carocinho que me apareceu na axila esquerda e a vinda de Rod Stewart no Brasil.
As aulas no colégio que Isa estudava nunca mais serão as mesmas, por exemplo na aula de matemática:
"Isa teve sua vida interrompida aos 5 anos, aos 17 estaria na faculdade se não reprovasse nenhum ano. Qtos anos faltava ´para Isa se tornar uma maconheira do curso de ciencias sociais?"
Ou em português:
"Vocês vão aprender o que significa a palavra 'Defenestrar': Atirar Algo ou alguém pela janela! gente qquer semelhança com a vida real é mera coincidencia."

Então percebemos que existem mais crianças em riscos com pais biológicos do que com madrastas vingativas.Em homenagem a esse circo que a mídia está fazendo, eis nossa lista:


Bônus - Lindsay Lohan
Além das drogas (a atriz toma os mesmos medicamentos que Heath Ledger tomava), bebidas e vida selvagem, outra ameaça que cerca Lindsay são os pais.
O pai sentenciado nem tanto, ora está preso, ora está livre assaltando e dirigindo embriagado.
O grande problema é a mãe.
Dina Lohan usa e abusa da grana e da fama da filha, além de ter filmado um aniversario para depois vender as imagens da festa para a mídia.Dina Lohan até ganhou um reality show.




Lila Grace
Lila Grace é filha de Kate Moss.
Além de ter deixado a filha aos cuidados do louco e viciado Pete Doherty, a viciada em cocaína já chegou a esquecer o terceiro aniversario da filhinha.Que exemplo!



Harlow Winter Kate Madden
Esse é o nome que a terrível Nicole Richie deu a filha.
O futuro da menina preocupa, já que ela vai ser criada a base da anorexia.



Os Filhos de Michael Jackson
Em 2002, o rei do Pop simplesmente balançou o filho numa varanda de um hotel em Berlim.
Essa cena já é considerada clássica pelos autores do educativo livro "O que não fazer ao seus filhos".



Suri
Suri é fofa, não tem como não negar.
Mas ela é o experimento que deu certo de duas criaturas de Hollywood intitulados Tom Cruise e Kate Holmes.Desde declarações bombásticas de amor, a fé pela cientologia (eles acreditam que Suri é a reencarnação de Tom Cruise O.o) Tom Cruise nos surpreende pelas suas ações.
Tom chegou a fazer uma estátua de bronze do primeiro cocô de Suri - incrivelmente assustador.


Sean e Jayden Spears
"Vocês foram dois erros !" já dizia a mãe do ano e pessoa mais legal do ano passado, Britney Spears.
Seus filhos foram judicialmente retirados dela esse ano, ano passado fizeram testes antidrogas, passearam no colo da mamãe enquanto ela dirigia a toda velocidade, já derrubou um dos rebentos de cabeça no chão, se jogava fervorosamente pelas festas mais badaladas de LA, se esquecendo dos filhos e calcinhas em casa, foi internada em clínicas psiquiatricas algumas vezes.
Mas o motivo mor para estar em primeiro lugar na leestinha foi perder a custódia dos dois filhos para o ex-marido aparentemente sem nenhuma bagagem de como criar filhos e wannabe rapper K-Fed.

A irrelevância da música

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Por Matheus G. Bitondi


Geralmente, quando se fala de música, é ela própria o que menos importa. Por mais paradoxal que possa soar esta afirmação, ela é plenamente verificável em qualquer discussão a respeito do assunto. Seja na informalidade de uma mesa de botequim ou na mídia mais especializada, há quase sempre uma série de fatores que se sobrepõem ao dado sonoro, obstruindo sua apreciação.
Esta constatação beira a obviedade quando levamos em conta a chamada música pop, com objetivos mais comerciais do que quaisquer outros relacionados à estética ou à criatividade. Ao ouvirmos ou lermos algo a respeito, podemos facilmente identificar uma longa lista de fatores tratados com maior grau de interesse do que aquilo que deveria estar em primeiro plano quando se fala de música: o som.

Foca-se geralmente em aspectos visuais, como figurinos, efeitos pirotécnicos e performances teatrais nos shows. Dados do comportamento e da personalidade do artista, como suas opiniões políticas, seu temperamento e, principalmente, problemas com álcool, drogas ou com a polícia, também parecem importar muito mais do que sua música. E há interesses ainda mais bizarros a serem postos em primeiro plano, como, por exemplo, determinadas características anatômicas do artista.

Com pretensão científica, divide-se ainda esta música em “estilos”, tais como hippie, punk, heavy metal, grunge e emo. Porém, quando se questiona a respeito das diferenças entre esses estilos, as respostas são automáticas em versar sobre roupas, penteados, ideologias duvidosas e, com muita freqüência, tal “atitude”, cujo significado ninguém é capaz de objetivar.

Seria de se esperar, porém, que a abordagem fosse diferente quando se trata da música erudita, normalmente isenta de tantos apelos comerciais. Contudo, não é o que acontece. A mesma “celebrização” de seus personagens está sempre a obumbrar o interesse das obras.

No caso dos compositores, isso se dá no mais das vezes pela criação de mitos trágicos -e geralmente não comprováveis-, envolvendo suas biografias. A figura do autor está sempre acima da obra. Ao ouvi-la, parece ser mais importante diagnosticar a heróica surdez de Beethoven, a genial loucura de Mozart ou a martirizada homossexualidade de Tchaikóvski do que captar as principais idéias musicais e desvendar o desfecho dramático do discurso.

Outra coisa que induz o ouvinte a uma escuta completamente passiva é o status de “gênio” conferido a muitos compositores. O entendimento de uma obra musical como produto de um intelecto superior incute certo medo e humildade excessiva, principalmente nos ouvintes leigos, que acabam por abordar a música como algo extremamente especializado, distante de sua realidade e de sua compreensão, e completamente inatingível, como uma daquelas fórmulas matemáticas dificílimas ou uma teoria física por demais abstrata e incompreensível.

Em se tratando dos intérpretes, é geralmente o virtuosismo que se interpõe entre o ouvinte e a música. Assim como o compositor gênio, um virtuoso em seu instrumento pode chegar a adquirir a mesma aura sobre-humana. Estando ele nessa condição elevada, acuam-se todos os mortais comuns na única posição apropriada ao contato com divindades: a da veneração cega –e surda. Tem-se, então, uma unanimidade. E, neste contexto, a música se transforma em mero pretexto para o exibicionismo.

Um músico que tenha alcançado este almejado título certamente lotará as salas de concerto e receberá aplausos do público e elogios da crítica, mesmo que não tenha praticado seu instrumento com muito afinco nos últimos tempos... ou que toque o mesmíssimo repertório há anos... ou que a peça interpretada tenha sido uma versão simplificada de “Atirei o Pau no Gato”. Fato é que o som que emana do palco não faz lá muita diferença, comparada à simples presença do instrumentista virtuoso.

Esta situação pode ser ainda mais cômica se o virtuoso em questão for uma criança. Absolutamente, não há obra musical no mundo que mereça mais atenção do que uma criança de seis anos trajando um pequeno fraque e movendo seus dedos no palco. A ternura de tal visão é ensurdecedora! E o espetáculo adquire um caráter muito mais circense do que musical: emocionamo-nos com o “incrível menino violinista”, assim como nos emocionaríamos com o “incrível cãozinho falante”, sem darmos a menor importância para o que e como toca o menino ou para o que diz o cachorro.

Seria também de se esperar que a crítica especializada não fosse tão facilmente ludibriada em suas abordagens musicais por essas questões de outras ordens. Mas exemplos não faltam para nos mostrar como alimentamos de falsas expectativas.

Há alguns anos, por ocasião do 80º aniversário de Pierre Boulez, destacado regente e um dos compositores mais relevantes dos últimos 50 anos, a revista “Veja” dedicou duas páginas para resenhar três CDs que enfocavam sua obra. Pelo texto, podia-se saber a respeito da opção sexual de Boulez, dos apelidos que ele costumava receber dos músicos por ser um regente muito rígido e de boatos acerca de um suposto mal uso de verbas que recebera do governo francês. O texto não trazia, porém, nem uma linha sequer a respeito da música contida nos CDs. O ouvinte que não se interessasse por fofocas não poderia tirar da resenha nenhuma dica para auxiliá-lo na decisão de adquirir ou não os discos.

A mesma cobertura estrábica foi conferida à morte do violoncelista russo Mstislav Rostropóvitch, em abril do ano passado. A maior parte dos meios de comunicação dava destaque à sua posição política anti-soviética durante a Guerra Fria, ao seu exílio nos Estados Unidos e ao auxílio que deu a outras vítimas do regime. Nada se falou a respeito de suas interpretações ou do vasto repertório para violoncelo que só existe porque foi encomendado a diversos compositores, interpretado e gravado por Rostropóvitch. A partir desse enfoque da mídia, algum desavisado certamente entenderia que falecera um ativista político ao invés de um músico.

O exemplo mais patético, contudo, vem da TV Cultura, que mesmo assim vangloria-se de ter uma tal de “responsabilidade cultural”. Quando da morte do compositor alemão Karlheinz Stockhausen, em dezembro passado, o “Jornal da Cultura” noticiou o fato destacando a aparição do rosto do falecido compositor na capa do disco “Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles. Além dessa capa, a reportagem mostrava trechos de apresentações da banda inglesa e as tradicionais tietes ensandecidas externando seus aparelhos fonadores.

Mais uma vez, não havia sequer uma menção à música de Stockhausen, ou à sua importância para as várias revoluções que se deram na linguagem musical a partir dos anos 50, ou ainda ao seu pioneirismo na composição de música eletrônica. Algum espectador que perdera o início da reportagem deve ter concluído que o defunto em questão era algum membro dos Beatles. Até a música que servia de trilha para a matéria era dos Beatles, num raro e lamentável exemplo de como até mesmo a música pode servir para tirar a música do centro da questão!

Diante desses numerosos casos de ouvidos desfocados, chegamos à conclusão de que, ao contrário do que dizem os números e as vendas, a música ocupa um espaço ínfimo na vida da maioria das pessoas. Analisando com um pouco de cuidado, podemos perceber que quase todo o tempo que cremos dedicar à música é, na verdade, preenchido por fofocas, histórias fantasiosas, comportamentos e roupas da moda, seres sobrenaturais e imagens muito mais captadas pelos olhos do que pelos ouvidos.


Publicado em 27/3/2008

7.4.08

Martha Wainwright acompanhará Rufus no Brasil

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Caguei !

Obrigado Sheila Magda pela notícia !

Dengue dar certo 2

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A Biu dourada Diego Hipolito está com dengue fever, babe!

Ozzy Osbourne Black Rain Tour - São Paulo

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Diversão.
Essa é a palavra que reinou no show de Ozzy Osbourne que se apresentou no Parque Antártica no sábado dia 05.
O Mr. Madman entrou no palco as 22h15, antes rolou um introdução hilária, de Ozzy parodiando séries e filmes:



O cantor prestes a fazer 60 anos comanda um show muito divertido apresentando clássicos para o público de quase 40 mil cantar junto (nas músicas mais lentas, todo o estádio ficou iluminado pelas luzes dos celulares e pelos clássicos isqueiros).
Ozzy, que adorou o refrão "Olê-Olê-Olê-Olá", pedia em todas as pausas das músicas para o público ficar mais e mais loucos.
Destaque para o solo do guitarrista Zakk Wylde que tirava sons obrigatórios para os fãs do metal.
Num show de quase uma hora e meia, Ozzy mostrou que é um verdadeiro showman do metal, tirando sarro de si mesmo em diversos momentos retirando aquela imagem pesada e negativa que o heavy metal carrega.

Set list:
1. "I don't wanna stop"
2. "Bark at the moon"
3. "Suicide solution"
4. "Mr. Crowley"
5. "Not going away"
6. "War pigs"
7. "Road to nowhere"
9. "Crazy train"
10. "Iron man"
11. "I don't know"
12. "No more tears"
13. "Here for you"
14. "I don't want to change the world"
Bis:
15. "Mama, I'm coming home"
16. "Paranoid"



vídeos do show aqui.

Scarlet Johansson Anywhere I lay my head Album Cover

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Essa é a capa da investida musical de Scarlett Johansson, não esperamos muito do seu trabalho de covers de TOM WAITS. Classificamos isso como artista musical boa de se ver!
O álbum ainda tem a colaboração de David Bowie.
Linda!