((( Quem mexeu no meu iPod?)))
Quem Mexeu no Meu iPod?






9.2.17

Favoritos 2016 | Séries

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American Crime Story: The People Vs. O.J. Simpson
Elenco fantástico, narrativa de primeira e mais importante do que aparenta ser! Entretenimento puro que é difícil parar de assistir!



Atlanta 
Real, honesto e instigante. Único em todos os aspectos - Donald Glover é um rapaz de imenso talento. Uma excelente surpresa!
















Baskets

Uma comédia amarga e deprimente sobre pessoas tristes. Para quem gosta de Louie C.K. e Todd Solondz. Destaque para o ator Louie Anderson que interpreta a mãe de Zach Galifianakis.








Better Things
A série equilibra bem as relações entre mãe e filhas, entre a gritaria e o abraço. Sem frescura, afiado e de tom feminista, assim como Pam Adlon!





Bojack Horseman


O time criativo conseguiu explorar diversos cenários desta sátira sobre Hollywood de dentro da cabeça do personagem título. A 3ª temporada está mais engraçada, mais esquisita e mais profunda que as anteriores. Tudo isso até a tensa season finale!



Chewing Gum

Michaela Coel (protagonista e escritora) tem um grande talento em transformar situações do dia a dia em situações absurdinhas. Risadas vergonhosas, escrita afiada e dinâmica com uma doçura extra. Tracey, estamos com você!




Daredevil


Mais violência, mais visuais impactantes, mais construção de personagem, mais lutas elaboradas, mais Justiceiro! O Universo Marvel só se expande e o resultado é foda!






Dirk Gently's Holistic Detective Agency

Estranho, engraçado, violento como um desenho animado e quase, mas não inteiramente o contrário de confuso. O tipo de série para dar o play e curtir. E é baseado nos livros de Douglas Adams, então é meio que obrigatório!



Fleabag

Phoebe Waller-Bridge é a minha mais nova queridinha da comédia. Além de ser protagonista, ela também escreve essa série britânica de humor negro. É impressionante como ela se joga de corpo e alma nas cenas até chegar a uma piada absurda no final. Cada um dos seis episódios são variações da ótima personagem que ela criou: um mergulho na selvageria, humor de falsiane e frustrações pessoais, profissionais e especialmente, sexuais. Imperdível!
Game of Thrones

Se tem uma coisa que realmente unifica a humanidade, é GoT. 
A sexta temporada começou a preparar um terreno de tenebroso inverno (sim, finalmente o inverno chegou) que não está nos livros e está repleta de momentos do tipo "eu não acredito que isso está acontecendo"!
Love

Love se comunica com muita honestidade o que seu criador Judd Apatow almeja graças a forma crível que Gus e Mickey atravessam juntos tempo, espaço e suas próprias inseguranças. Reserve um tempinho para Love e será recompensado!
Mr. Robot

O mundo ao nosso redor é obscuro e apenas as imagens mais evidentes podem ser vislumbradas e as dúvidas que nos colocam são até mais satisfatórias do que as respostas. Bem... depende do que você entende por "respostas"...

Mr. Robot lida com sua história de uma forma que poucas outras séries ainda tentam abordar. Parecida com "The Leftovers", onde apostam mais na narrativa que pode ser descoberta do que na exploração de respostas certas. Como se enfileirassem várias peças de dominó e se recusassem a derruba-las. Mas é inegável que essa temporada foi bem servida com temas filosóficos e existenciais profundos.
Orange is the New Black

Entre extremos de humor negro e tragédia (muitas vezes de partir o coração) em suas sub-tramas sobre doenças mentais, vícios, conflitos raciais e empoderamento feminino - a quarta temporada ganha um novo fôlego (e novos personagens). E isso é algo bem raro para uma série que ainda tem muitas histórias para contar.
Stranger Things

As coisas não são tão estranhas assim... Ao contrário, são bem familiares. O que é cópia, referência ou homenagem nessa série? De qualquer forma, ela foi feita pra você, que já conhece a história, os personagens, as cenas e a trilha sonora. O melhor pastiche do ano é a melhor série dos últimos tempos da última semana. Acredite no hype - é divertido!
Tá no Ar

A genialidade do programa está em sua dinâmica que favorece quem assiste TV pelas redes sociais: em forma de meme, numa edição mais rápida que a sugerida pela MTV nos anos 90. A outra parte da genialidade está na redação ferrenha e no foco da crítica: a TV e a nós mesmos.
The Crown

A série é as vezes sóbria demais e muito lenta (propositalmente), mas o figurino e a direção de arte são meticulosos, tudo extremamente bem coreografado: de um lanche da tarde a uma reunião inesperada ou um passeio de trem. Um curso imersivo de história para entender todos os paranauê da realeza. Uma série para ser apreciada. John Lithgow rouba todas as cenas como Winston Churchill.

The Get Down

Além do incrível elenco, do visual e da trilha sonora maravilhosa e viciante (a playlist no Spotify é perfeita para uma festa), o que movimenta esta série é a paixão dentro de cada elemento desta produção grandiosa! A linguagem é autêntica e crua e a mão pesada e dramática do Baz Luhrmann não estragou os embalos do hip-hop, punk e disco nos anos 70 em Nova Iorque.

The OA

Tudo que Brit Marling faz é no mínimo interessante. A atriz, produtora, roteirista e diretora tem um incrível talento em mesclar perfeitamente drama com ficção científica. Uma série exótica que tem um final que pode decepcionar alguns. Ainda bem (ou não) que teremos uma segunda temporada!
Uma outra dica? Todos os filmes anteriores de Brit Marling!

Veep

UAU! Tá certo que o Brasil tá bem parecido com House of Cards feat. Zorra Total (Buñuel Thunderpuss remix).mp3, mas eu super aposto em VEEP, que mata no peito, é engraçada, sacana e trágica ao mesmo tempo! <3 span=""> Julia Louis-Dreyfus FOREVA!
A expectativa é altíssima para a sexta temporada depois da vitória de Trump!

Westworld

O que dizer da melhor série de 2016 que não foi dito ainda? Não é só uma série perfeita, é viva, entretenimento que questiona até o seu lado mais obscuro. O melhor do primeiro episódio de Westworld é abrir um mundo de possibilidades. É sugerir que algo MUITO FODA está prestes a acontecer. Toda a narrativa é construída pela iminência da morte - a toda hora! E aquele final... batendo uma mosca contra o pescoço... é a soma de tudo. Sim, estou torcendo pelos robôs! E eu acho que os roteiristas também! Conseguiu mudar um pouquinho do original e transformou em algo completamente novo!




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