Alice no País das Maravilhas
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James Murphy e seus amigos sendo zoados por pessoas fantasiadas de panda no vídeo de Drunk Girls.
Baixe o ótimo This is Happenning ao lado ;)
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Exit Through the Gift Shop é o primeiro filme do renomado artista grafiteiro Bansky (http://www.banksyfilm.com). Não há previsão de estreia no Brasil.
Nesta sexta-feira (26), às 20h, a tradicional Sutil Companhia estreará o 20º espetáculo do grupo, Cinema, no Teatro do Sesi São Paulo. Haverá sessões de quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. A entrada é franca em dias úteis. Com direção de Felipe Hirsch e cenografia assinada pela premiada Daniela Thomas, Cinema não é uma homenagem explícita à sétima arte.
Depois da experiência atrás das câmeras – com o lançamento comercial do filme Insolação também programado para esta semana –, o diretor resolveu usar o cinema como uma metáfora para falar sobre ver e ser visto. No twitter eles disseram que as referências vão de Fellini à Godard, passando por obras conceituais e raridades. Podemos esperar um grande espetáculo, estão no curriculo dessa que talvez seja a melhor e mais produtiva companhia de Teatro do Brasil obras primas como: Temporada de Gripe, Avenida Dropsie e mais recentemente Não sobre o amor.
Serviço:
Espetáculo: Cinema
Local: Teatro do Sesi São Paulo
Endereço: Av. Paulista, 1313 – metrô Trianon-Masp, Capital
Entrada franca às quintas e sextas
Temporada: de 26 de março a 4 de julho de 2010.
Quinta-feira a sábado, às 20h; domingo, às 19h.
Duração: 90 minutos
Recomendação etária: Não recomendado para menores de 14 anos.
Gênero: comédia dramática
Capacidade: 456 lugares
Entrada: Franca às quintas-feiras e sextas-feiras. Nos dias gratuitos, a distribuição dos ingressos tem início a partir da abertura da bilheteria no mesmo dia do evento. Horário de funcionamento da bilheteria: de quarta-feira a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 11h às 19h. São distribuídos dois ingressos por pessoa. Sábados e domingos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Vendas na bilheteria do teatro ou pela Ticketmaster (11-2846-6000).
Greenberg é a nova comédia dramática do diretor de A Lula e a Baleia e Margot e o Casamento, Noah Baumbach. James Murphy (do LCD Soundsystem) é o responsável pela trilha sonora (All My Friends embala o trailer). Estreiou no fim de semana passado nos EUA e não tem previsão de estreia no Brasil.
"A vida é desperdiçada com... pessoas."
Mais um clipe conceitual de Massive Attack para o álbum Heligoland (baixe ao lado). Dessa vez é para a música Saturday Come Slow, e o vídeo de 8 minutos traz mais um depoimento. Se no clipe de Paradise Circus trazia os relatos de uma atriz pornô aposentada, agora é o preso Damon Albarn quem relata sua tortura com música em altíssimo volume.
Errata: "Quem canta a música é o Damon, mas o depoimento no vídeo é de Ruhal Ahmed, ex-detento de Guantánamo..." (via Cin)
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O novo single dos Hot Chip foi lançado e ganhou um clipe bizarro e divertido dirigido pelo comediante Peter Serafinowicz. Imaginar Hot Chip como boy band é tão estranho quanto o resto do clipe! Vejam abaixo:
O álbum One Life Stand pode ser baixado ai do lado!
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Descobri ontem que o DJ e produtor dinamarquês Kasper Bjørke lançou um segundo álbum, Standing on Top of Utopia e já conta com três singles. O primeiro deles é a sombria e romântica Young Again, que já está on repeat no iPod (vídeo abaixo dirigido pelos caras da Fortune).
Alcatraz, segundo single, ainda não ganhou clipe - a escolha foi Efficient Machine (com vocais de Tomas Hoffding, da banda WhoMadeWho). Destaque também para a melódica faixa Heaven.
Standing On Top of Utopia tem um pouco de disco, pop e um pouco de house e outras surpresinhas. Um álbum que continua o vasto talento do produtor começado com In Gumbo (um dos mais legais de 2007).
Assim como a música, novo clipe de Sebastian Tellier também é hipnótico!
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Dancinhas, cenário retro-futurista e Allison Goldfrapp vingativa no melhor clipe do ano so far! Rocket, primeiro single de Head First, novo álbum da banda, foi dirigido por Kim Gehri que já dirigiu Calvin Harris, Primal Scream e Santogold.
Abaixo, um preview do que esperar de Head First que chega as lojas (e na web) dia 22.
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On repeat total: The High Road, numa das melhores músicas do ano do projeto Broken Bells do músico e produtor Danger Mouse (Gnarls Barkley) e James Mercer (Blur, Gorillaz, The Shins), o clipe se passa numa estrada onde estranhas situações acontecem enquanto a dupla, com lanternas, passeiam por ela.
Baixe o primeiro e ótimo álbum ao lado!
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"ROCKET", o primeiro single extraído de "HEAD FIRST", o 5º trabalho de originais dos GOLDFRAPP. Confirma-se o regresso ao synth-pop libidinoso, dançável e um tanto descartável dos tempos de "Black Cherry" (2003) e "Supernature" (2005), o que não deixa de ser um bom indicador para o que aí vem. O sucessor de "Seventh Tree" (2008) chega dia 22 de Março. No Single tem alguns remixes duvidosos, mas a versão radio edit e grum remix, são boas. Baixe aqui.
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A Fita Branca (Das weisse Band, 2009)
Dir. Michael Haneke

O primeiro clipe de Almost Alice, álbum com a trilha sonora de Alice no País das Maravilhas (de Tim Burton) saiu. A música é okay e o clipe tem cenas do filme e Avril Lavigne fazendo Alice.
Confira a lista de músicas na íntegra:
"Alice (Underground)" - Avril Lavigne
"The Poison" - The All-American Rejects
"The Technicolor Phase" - Owl City
"Her Name Is Alice" - Shinedown
"Painting Flowers" - All Time Low
"Where's My Angel" - Metro Station
"Strange" - Tokio Hotel e Kerli
Follow Me Down" - 3OH!3 featuring Neon Hitch
"Very Good Advice" - Robert Smith
"In Transit" - Mark Hoppus e Pete Wentz
"Welcome to Mystery" - Plain White T's
"Tea Party" - Kerli
"The Lobster Quadrille" - Franz Ferdinand
"Running Out of Time" - Motion City Soundtrack
"Fell Down a Hole" - Wolfmother
"White Rabbit" - Grace Potter and the Nocturnals
O filme chega aos cinemas em 5 de março.
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Chad Vangaalen, canadense nascido em Alberta, uma figura, no mínimo, interessante: fica a maior parte do tempo trancado no porão da sua casa, enquanto grava suas músicas no computador. Mixa tudo sozinho, usa Garage Band pra dar um toque a mais nas composições e, depois de tudo feito, faz pequenas animações, sincroniza com as músicas e disponibiliza no youtube. E o mais curioso é o resultado sensacional.
Com o pé firme na musica folclórica norte-americana, suas letras são pequenas narrativas, como a sombria Molten Light, que fala sobre a alma de uma mulher em fúria em busca dos seus assassinos, ou então a orwelliana Blood Machine, um conto sobre uma cidade construída no subsolo, onde os habitantes têm o coração plugado numa máquina gigante que circula sangue.
Toda essa mistura foi o suficiente pra chamar a atenção da SubPop, selo que antes abrigou o Nirvana, e que agora lança o terceiro disco de Vangaalen, Soft Airplane.
Suas composições vão do Folk ate o eletrônico, e entre esses dois abismos, também flerta com surf music, bossa e experimental.
A simplicidade de como tudo feito junto com a criatividade de alguém que possui o dom de criar o seu universo particular fazem de Vangaalen um Michel Gondry da música.
Fonte: #matheussiqueira
Onde Vivem Os Monstros (Where The Wild Things Are, 2009)
Dir. Spike Jonze
Baseado no livro infantil escrito e ilustrado por Maurice Sendak, Onde vivem os Monstros (2009, EUA, 101 min), com roteiro de Dave Eggers e direção de Spike Jonze, transforma as pouco mais de dez frases do original em um longa, fiel ao conceito de Sendak. O filme traz criaturas que são mais tristes do que verdadeiramente monstruosas (ou mesmo ameaçadoras, como se especulava). Neste sentido, aliás, os primeiros elementos de produção que merecem destaque são os bonecos, as dublagens e a direção de arte com sua paleta de cores monocromáticas, ambientes desérticos e árvores desfolhadas, que vão desenhando um mundo construído pelo personagem central da trama , o pequeno Max. Além da excelente trilha sonora, que cabe como uma luva, feita por Karen O do Yeah Yeah Yeahs. Todos esses elementos combinados contribuem para que vejamos aqueles seres não como bichos absurdos, monstros fantasiosos, mas como indivíduos, com personalidades e angústia próprias.
Max é um garoto sensível, criativo e que se sente sozinho, pois sua irmã mais velha tem seus próprios amigos e sua mãe um namorado. Imerso nas dificuldades do mundo adulto, que observa mas não consegue entender, Max foge envergonhado após um desentendimento com sua mãe e acaba encontrando um lugar habitado por criaturas aparentemente assustadoras e com uma inteligência peculiar. A partir daí, o filme percorre o universo psicológico de Max como estrutura narrativa do próprio filme, levando a uma viagem de autoconhecimento. E conforme cada um dos monstros vai sendo revelado, vai-se percebendo que cada um deles é uma projeção da personalidade do protagonista. Carol é seu lado mais criativo, ambicioso, egocêntrico e esperançoso; KW é sua curiosidade, sua vontade de conhecer possibilidades diferentes, e também uma alusão à sua mãe e à sua irmã); Judith é seu lado carente, cético, mas também inquieto e ególatra; Ira representa seu lado criativo, amigo e inquisidor; Douglas é o amigo condescendente, que busca apaziguar as relações; Alexander é a insegurança e o desejo de ser reconhecido; Bull sua introspecção e sua solidão. Essas são algumas características das distintas personalidades do garoto.
Essa fuga fantástica parece uma intensa auto-avaliação, algo que o garoto precisa fazer para entender as transformações que estão acontecendo à sua volta. Atenção especial à primeira parte do filme, antes de Max embarcar em sua viagem ao mundo em que as coisas são selvagens: por exemplo, a brincadeira dos monstros de se empilharem sem machucar ninguém, esta diretamente ligada ao episódio dos amigos de sua irmã terem destruído seu iglu. Carol conta que teve um pesadelo com sua dentição e Max havia criado uma história em que conta para sua mãe sobre um vampiro que perde sua dentição ao morder um prédio e é abandonado por seu grupo (a mesma insegurança que existe em relação a Carol e seus amigos monstros e de Max com sua família). Ou quando KW joga pedras em suas amigas corujas, como na batalha de bolas de neve e mais ele não ouve ou não entende o que os jovens estão conversando e quando, machucado, chora, esperando atenção; é assim que Carol se sente por não entender porque seus amigos monstros simpatizam tanto com as corujas, com quem ele não consegue se comunicar. As brigas entre Carol e KW, podem supostamente ser uma alusão ao divórcio, subentendido, que seus pais estão enfrentando.
Os símbolos não param por aí: a construção de um “forte”, como um local apropriado para que possam viver juntos representa o incansável desejo do garoto de reunir a família e de se entender com seu mundo e os indivíduos que existem nele. Nesse “forte” não é permitido à entrada de estranhos, acreditando assim que são eles os responsáveis pelo desequilíbrio e divergências do grupo, mas ao contrário do que Max esperava, são as expectativas inesperadas que fazemos dos outros e de nós mesmos, é que causam a decepção e a falência das relações.
O inferno sentimental e árido das emoções ganha beleza nas brincadeiras primitivas do grupo de Max no qual ele é condecorado rei, mas não consegue corresponder às expectativas de seus novos súditos. Destaque, ainda, para cena em que o próprio Max insiste para que o mais calmo dos monstros atinja o mais indefeso, que já se encontra machucado, numa guerra de côco.
Onde vivem os monstros é uma perfeita fábula sobre o crescimento, sobre encarar o mundo e as pessoas e a responsabilidade de não magoá-las. Como afirmou o diretor Jonze, “não se trata de um filme infantil, mas um filme sobre a infância”, de como ela é perturbadora, inconstante, cheia de surpresas e, ao mesmo tempo, cruelmente bela.
Émilie Simon está de volta, seu último álbum chama-se The Big Machine e a música de trabalho é Dreamland, o clipe dirigido por Asif Mian. Trata-se de uma viagem onírica numa mansão de estilo aristocrático, fotografia em tons escuros, que reforça um estilo gótico, se encaixando muito bem ao vocal peculiar da cantora. Confira o clipe que provavelmente vai entrar na lista dos melhores do ano, que vamos divulgar em breve.
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Mais informações no site oficial: imheremovie.com.
Banksy vai apresentar seu primeiro filme no Festival de Sundance este ano: Exit Through The Gift Shop.

Elegante clipe em PB dos franceses do Air para mais um single de Love 2 (baixe ao lado).
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Sou suspeito de comentar qualquer coisa a respeito: amo Animal Collective, amo monstros e amo bizarrices!
E aguardem nossa listinha de favoritos de 2009 (esse ano sai!)
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O filme - adaptação do HQ da Marvel - conta a história de um adolescente normal que decide usar um uniforme justo e colorido para combater crimes com bastões e acaba virando hit da internet. Estréia em abril e já está na lista de filmes que não vi e já gosto!
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Em Mama's Place, novo single de Roisin Murphy, a reinvenção de ser mau na primeira música pop da década! A ser lançado oficialmente dia 18 com alguns remixes, Mama's Place está disponível em streaming no Myspace e Facebook da cantora, o mp3 está nos comentários ;)
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Uma série de fotografias de James Reynolds documentando os pedidos de Última Ceia de prisioneiros de Corredor da Morte antes da execução. Veja mais trabalhos do artista aqui.




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Já esta na lista, filmes que não vi, e já amo. Ao lado de Alice e Onde vivem os monstros!
Dirigido por Tom Ford (aka Colcci, Louis Vuitton...).
Truth is i love the camera...
And i loved this video!
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Portishead flertando com o pop e atestando sua genialidade! Nunca é tarde para mais uma música entrar na listinha de Melhores do Ano.
MP3 nos comentários ;)
No dia 16 de junho de 1997 o mundo da música sofreu um recente reboot. Depois de dois discos no embalo do rock alternativo britânico e ma...
Quem Mexeu no Meu iPod ? by
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